segunda-feira, 16 de julho de 2012

Aquela noite parecia ser interminável
tudo passou devagar.
A chuva caía e molhava a janela,
de forma preguiçosa.
O vento balançava as folhas,
como uma mãe ninando seu filho.
A rua estava vazia.
A lua brilhava majestosamente.
Sentei ao lado da janela,
comecei a contar as estrelas.
Adormeci, e quando acordei
a noite ainda não havia terminado.

                                  LetíciaACampos

Um comentário:

  1. o primeiro e os dois ultimos versos batem certinho, nossa muito legal. Gostei.

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